{"id":361,"date":"2026-06-24T02:43:05","date_gmt":"2026-06-24T02:43:05","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.geravalor.net.br\/wp\/?p=361"},"modified":"2026-06-24T02:43:06","modified_gmt":"2026-06-24T02:43:06","slug":"ira-israel-e-eua-porque-contratos-validos-nao-sao-respeitados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.geravalor.net.br\/wp\/ira-israel-e-eua-porque-contratos-validos-nao-sao-respeitados\/","title":{"rendered":"Ir\u00e3, Israel e EUA, porque contratos v\u00e1lidos n\u00e3o s\u00e3o respeitados?"},"content":{"rendered":"\n<p>S\u00e3o Paulo, 24 de Junho de 2026 &#8211; As \u00faltimas semanas reafirmaram uma quest\u00e3o que vai muito al\u00e9m da geopol\u00edtica porque enquanto Ir\u00e3, Israel, EUA e Hezbollah alternam an\u00fancios de cessar-fogo, acusa\u00e7\u00f5es de viola\u00e7\u00f5es, negocia\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas e demonstra\u00e7\u00f5es de for\u00e7a militar, a pergunta \u00e9: por que contratos, acordos e compromissos formalmente e verbalmente assumidos deixam de ser respeitados?<\/p>\n\n\n\n<p>Em 23 de junho de 2026, o cen\u00e1rio internacional continua marcado por uma tr\u00e9gua considerada fr\u00e1gil pelos principais observadores pol\u00edticos e econ\u00f4micos do mundo. De um lado, EUA e Ir\u00e3 mant\u00eam negocia\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas para transformar um acordo provis\u00f3rio em duradouro. De outro, Israel continua acusando o Hezbollah de viola\u00e7\u00f5es recorrentes do cessar-fogo, enquanto representantes ligados ao grupo terrorista liban\u00eas classificam os avan\u00e7os diplom\u00e1ticos recentes como uma vit\u00f3ria estrat\u00e9gica para o eixo liderado pelo Ir\u00e3. Fontes como Reuters, Deutsche Welle, Ag\u00eancia Brasil, Financial Times e Bloomberg concordam que houve uma redu\u00e7\u00e3o do risco imediato de escalada militar, mas que n\u00e3o existem garantias concretas de estabilidade permanente na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A realidade \u00e9 que contratos, acordos e tratados internacionais n\u00e3o possuem valor pr\u00f3prio, ou seja, o cumprimento depende da disposi\u00e7\u00e3o humana em honrar compromissos mesmo quando as circunst\u00e2ncias mudam e \u00e9 a\u00ed que a psicologia explica o que est\u00e1 acontecendo no mundo e com todo mundo. Conectando o que est\u00e1 acontecendo com o comportamento humano, incluindo a oscila\u00e7\u00e3o na tr\u00e9gua entre Ir\u00e3, Israel e EUA e em muitas outras situa\u00e7\u00f5es, \u00e9 poss\u00edvel aprender com os profissionais mais influentes da psican\u00e1lise como:<\/p>\n\n\n\n<p>Freud (o Austr\u00edaco, Sigmund Freud) defendia que o comportamento humano \u00e9 permanentemente influenciado pelo conflito entre impulsos imediatos e normas sociais. Sob essa perspectiva, um acordo firmado hoje pode deixar de ser interessante amanh\u00e3 caso os interesses, os riscos ou as oportunidades percebidas sofram altera\u00e7\u00f5es. Em outras palavras, a assinatura de um contrato representa uma fotografia de determinado momento, mas n\u00e3o elimina os desejos, receios e ambi\u00e7\u00f5es futuras dos envolvidos.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Jung (o Su\u00ed\u00e7o, Carl Gustav Jung) complementa essa an\u00e1lise ao propor o conceito da &#8220;sombra&#8221;, entendido como o conjunto de caracter\u00edsticas que indiv\u00edduos e institui\u00e7\u00f5es preferem n\u00e3o reconhecer em si mesmos. Governos frequentemente projetam imagens de coopera\u00e7\u00e3o, estabilidade e compromisso diplom\u00e1tico, mas continuam preservando estrat\u00e9gias paralelas de defesa, retalia\u00e7\u00e3o e press\u00e3o pol\u00edtica, isso \u00e9, quando o ambiente se torna ainda mais hostil, esses elementos ocultos emergem e influenciam decis\u00f5es que contradizem discursos e combinados anteriores.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto isso, Lacan (o Franc\u00eas, Jacques Lacan,) oferece outra interpreta\u00e7\u00e3o relevante ao afirmar que o desejo humano \u00e9 estruturalmente insaci\u00e1vel. Aplicado \u00e0s rela\u00e7\u00f5es internacionais, isso significa que concess\u00f5es obtidas em uma negocia\u00e7\u00e3o raramente encerram completamente os conflitos de interesse. O que parecia suficiente em determinado momento deixa de ser adequado quando novas condi\u00e7\u00f5es surgem. A consequ\u00eancia \u00e9 a constante renegocia\u00e7\u00e3o de limites, direitos e obriga\u00e7\u00f5es, mesmo ap\u00f3s acordos aparentemente definitivos.<\/p>\n\n\n\n<p>Adicionalmente, Winnicott (o Ingl\u00eas, Donald Woods Winnicott) argumentava que rela\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis dependem fundamentalmente da constru\u00e7\u00e3o gradual de confian\u00e7a. Sob essa \u00f3tica, o combinado entre Ir\u00e3, Israel e EUA n\u00e3o est\u00e1 apenas nos termos dos acordos assinados, mas no hist\u00f3rico acumulado de d\u00e9cadas de desconfian\u00e7a m\u00fatua, quando nenhuma das partes acredita que a outra cumprir\u00e1 sua palavra, fazendo com que qualquer incidente seja interpretado como potencial amea\u00e7a, aumentando a fragilidade dos compromissos assinados.<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez a explica\u00e7\u00e3o mais pragm\u00e1tica seja de Skinner (o Norte-Americano Burrhus Frederic Skinner ou B. F. Skinner) com a teoria do condicionamento operante, onde comportamentos tendem a se repetir quando produzem recompensas superiores \u00e0s puni\u00e7\u00f5es associadas. Resumindo: indiv\u00edduos, empresas ou governos tornam-se mais propensos a descumprir acordos quando percebem que os benef\u00edcios superam os riscos. \u00c9 nesse contexto que surge uma das discuss\u00f5es mais relevantes da sociedade contempor\u00e2nea: a percep\u00e7\u00e3o de impunidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando as consequ\u00eancias pelo descumprimento de compromissos s\u00e3o reduzidas ou inexistentes, o valor da palavra desaparece! Esse fen\u00f4meno n\u00e3o est\u00e1 restrito \u00e0 geopol\u00edtica porque tamb\u00e9m pode ser observado em contratos empresariais, rela\u00e7\u00f5es comerciais, disputas judiciais, acordos pol\u00edticos e at\u00e9 mesmo em rela\u00e7\u00f5es pessoais, fazendo com que a eros\u00e3o da confian\u00e7a torne-se um efeito colateral inevit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa discuss\u00e3o ganha ainda mais relev\u00e2ncia quando analisamos o impacto econ\u00f4mico da atual crise no Oriente M\u00e9dio. O principal foco de preocupa\u00e7\u00e3o dos mercados internacionais n\u00e3o est\u00e1 apenas no cessar-fogo em si, mas na estabilidade do Estreito de Ormuz, corredor mar\u00edtimo respons\u00e1vel pela movimenta\u00e7\u00e3o de aproximadamente 20% do petr\u00f3leo consumido mundialmente e parcela semelhante do com\u00e9rcio global de g\u00e1s natural liquefeito, segundo dados da Ag\u00eancia Internacional de Energia (IEA) e da Administra\u00e7\u00e3o de Informa\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica dos Estados Unidos (EIA).<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, \u00e9 importante compreender uma distin\u00e7\u00e3o frequentemente ignorada. Diferentemente do Canal do Panam\u00e1 ou do Canal de Suez, que s\u00e3o estruturas artificiais administradas por autoridades espec\u00edficas e cuja cobran\u00e7a de &#8220;ped\u00e1gio&#8221; \u00e9 juridicamente reconhecida &#8211; at\u00e9 por causa do Retorno do Investimento &#8211; ROI, o Estreito de Ormuz constitui uma passagem natural sujeita aos princ\u00edpios da livre navega\u00e7\u00e3o internacional previstos na Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Direito do Mar (UNCLOS). Por essa raz\u00e3o, n\u00e3o existe atualmente quaisquer mecanismos oficiais ou reconhecidos internacionalmente para cobran\u00e7a direta de \u201cped\u00e1gio\u201d sobre embarca\u00e7\u00f5es que transitam pela regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Resumindo de uma forma muito simples, o acordo &#8220;global no fio do bigode&#8221; consiste em: o que &#8220;Deus criou, n\u00e3o pode ser cobrado, mas se foi o humano que criou&#8221;, pode cobrar &#8220;ped\u00e1gio&#8221;, apesar tamb\u00e9m de qu\u00ea, no caso do Estreito de Ormuz, o Ir\u00e3 reivindica que os &#8220;valores arrecadados nesta nova fase de cobran\u00e7a de ped\u00e1gio&#8221; serve para reconstruir a estrutura do pa\u00eds depois do in\u00edcio da guerra.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda assim, o mercado passou a utilizar informalmente a express\u00e3o &#8220;ped\u00e1gio de Ormuz&#8221;. Isso ocorre porque, mesmo sem cobran\u00e7a formal, a instabilidade geopol\u00edtica produz efeitos econ\u00f4micos semelhantes. Seguros mar\u00edtimos aumentam, custos de escolta militar crescem, inspe\u00e7\u00f5es adicionais tornam-se frequentes e atrasos operacionais elevam significativamente os custos log\u00edsticos. Na pr\u00e1tica, o resultado financeiro para armadores, importadores e exportadores se aproxima do efeito de uma tarifa adicional sobre a navega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As consequ\u00eancias desse cen\u00e1rio v\u00e3o muito al\u00e9m do setor energ\u00e9tico. Quando o petr\u00f3leo sobe, toda a cadeia global de suprimentos \u00e9 impactada. O combust\u00edvel mar\u00edtimo utilizado pelos navios torna-se mais caro, os fretes internacionais aumentam, os custos de transporte terrestre s\u00e3o pressionados e diversos insumos industriais tamb\u00e9m aumentam de pre\u00e7o. Entre os setores mais afetados est\u00e3o a petroqu\u00edmica, a ind\u00fastria automotiva, o agroneg\u00f3cio, a produ\u00e7\u00e3o de embalagens e a fabrica\u00e7\u00e3o de bens de consumo.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas vezes o consumidor associa petr\u00f3leo apenas aos combust\u00edveis. Entretanto, uma parcela significativa dos produtos utilizados diariamente depende diretamente de derivados petroqu\u00edmicos. Resinas como polietileno, polipropileno, PVC, PET e ABS est\u00e3o presentes em embalagens, equipamentos eletr\u00f4nicos, eletrodom\u00e9sticos, dispositivos m\u00e9dicos, autope\u00e7as e in\u00fameros componentes industriais. Segundo estudos da Ag\u00eancia Internacional de Energia, do Fundo Monet\u00e1rio Internacional (IMF) e de an\u00e1lises publicadas por Bloomberg, Reuters e Financial Times, aumentos sustentados no pre\u00e7o do petr\u00f3leo costumam ser transferidos para a ind\u00fastria com defasagem m\u00e9dia entre trinta e cento e vinte dias.<\/p>\n\n\n\n<p>Empresas que implementam tecnologias como a DigiComex reduzem ou eliminam esses ru\u00eddos e palpites, entre outros problemas que ocasionam atrasos em f\u00e1bricas que dependem de importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de auxiliar players do ecossistema de comex como comiss\u00e1rias de despachos aduaneiros, agentes de cargas, operadores log\u00edsticos, armadores, armaz\u00e9ns e at\u00e9 mesmo transportadoras que podem ter 100% de exatid\u00e3o nos seus neg\u00f3cios, criando previsibilidade diante de tantas incertezas com tracking com uso de intelig\u00eancia artificial e automatiza\u00e7\u00e3o de processos que antes eram manuais ou dependem de planilhas de controles paralelos e customiza\u00e7\u00f5es &#8211; que aumentam custos, tempo e prejudicam a vis\u00e3o clara para as decis\u00f5es que precisam ser tomadas cada vez mais r\u00e1pidas, inclusive para as equipes de TI!<\/p>\n\n\n\n<p>Para se ter uma ideia, as previs\u00f5es de analistas internacionais indicam que o cen\u00e1rio mais prov\u00e1vel para o segundo semestre de 2026 \u00e9 a continuidade de uma tr\u00e9gua imperfeita, acompanhada pela perman\u00eancia da navega\u00e7\u00e3o em Ormuz sob monitoramento refor\u00e7ado e por custos log\u00edsticos superiores \u00e0s m\u00e9dias hist\u00f3ricas. Ainda assim, permanece o risco de incidentes localizados que possam gerar interrup\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias no fluxo mar\u00edtimo, pressionando novamente o pre\u00e7o do petr\u00f3leo, dos fretes internacionais e dos produtos industrializados, ou seja, s\u00f3 a IA da DigiComex parametrizada de acordo com as regras, estrat\u00e9gias e fontes de dados exclusivas de cada empresa pode resolver isso, afinal de contas, cada cabe\u00e7a tem uma vis\u00e3o de gest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>E quando observarmos a crise sob uma perspectiva mais ampla: a discuss\u00e3o transcende fronteiras, ideologias e interesses econ\u00f4micos. O que est\u00e1 em jogo n\u00e3o \u00e9 apenas o cumprimento de um acordo entre governos, mas sim uma quest\u00e3o humana, organizacional e institucional que cognitivamente pode ser conectada com os pensamentos de Freud que apontaria os impulsos. Jung destacaria a sombra. Lacan falaria do desejo permanente, Winnicott lembraria da aus\u00eancia de confian\u00e7a e \u00e9 claro, Skinner chamaria aten\u00e7\u00e3o para os incentivos e consequ\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez todos tenham raz\u00e3o porque, no fim, os contratos n\u00e3o s\u00e3o respeitados apenas porque foram assinados. Eles s\u00e3o respeitados quando indiv\u00edduos, empresas e na\u00e7\u00f5es entendem que a credibilidade constru\u00edda ao longo dos anos vale mais do que qualquer vantagem obtida no curto e m\u00e9dio prazo, corroborando a implementa\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es avan\u00e7adas, conect\u00e1veis, visuais e realmente inovadoras &#8211; com intelig\u00eancia artificial parametrizada de acordo com as necessidades de cada Cliente e projetos Fast-Track com Quick Wins comprovados em ROIs matem\u00e1ticos &#8211; como a DigiComex que reduz custos, tempo, riscos, ru\u00eddos, previs\u00f5es entre importadores e exportadores quando tamb\u00e9m est\u00e3o conectados com seus Clientes, Fornecedores e Prestadores de Servi\u00e7os como comiss\u00e1rias de despachos aduaneiros, agentes de cargas, operadores log\u00edsticos, armadores, armaz\u00e9ns e transportadoras!<\/p>\n\n\n\n<p>Embarque no futuro da IA para comex com uma tecnologia de ponta fabricada por executivos que s\u00e3o pioneiros h\u00e1 3 d\u00e9cadas com comex-tech acessando www.digicomex.com<\/p>\n\n\n\n<p>#digicomex #ia #comex #intelig\u00eanciaartificial #thomsonreuters<\/p>\n\n\n\n<p><em>[*] Alexandre Gera \u00e9 Diretor-Executivo e um dos Fundadores da DigiComex-Geravalor. O executivo conta com mais de 30 anos de experi\u00eancia no segmento de softwares de comex, incluindo passagens marcantes pela Vastera [ex Bergen], Softway [atual Thomson Reuters] e Sonda IT como um dos Gestores do aplicativo SAP-CE, 1o ADD-ON da SAP no Brasil e 1o Software de Comex homologado oficialmente pela Fabricante Alem\u00e3 de ERPs.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>FONTES: Fontes: Reuters, Bloomberg, Financial Times, Ag\u00eancia Brasil, Deutsche Welle, UOL, International Monetary Fund (IMF), International Energy Agency (IEA), U.S. Energy Information Administration (EIA), ONU, International Maritime Organization (IMO), WTO, MDIC e Comex Stat, acessados em 23 de junho de 2026!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o Paulo, 24 de Junho de 2026 &#8211; As \u00faltimas semanas reafirmaram uma quest\u00e3o que vai muito al\u00e9m da geopol\u00edtica porque enquanto Ir\u00e3, Israel, EUA e Hezbollah alternam an\u00fancios de cessar-fogo, acusa\u00e7\u00f5es de viola\u00e7\u00f5es, negocia\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas e demonstra\u00e7\u00f5es de for\u00e7a militar, a pergunta \u00e9: por que contratos, acordos e compromissos formalmente e verbalmente assumidos deixam&hellip; <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/blog.geravalor.net.br\/wp\/ira-israel-e-eua-porque-contratos-validos-nao-sao-respeitados\/\">Continuar lendo <span class=\"screen-reader-text\">Ir\u00e3, Israel e EUA, porque contratos v\u00e1lidos n\u00e3o s\u00e3o respeitados?<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":362,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/blog.geravalor.net.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/IMAGEM-OFICIAL-DO-BLOG-PARA-O-ARTIGO-Porque-que-sociedade-atual-nao-respeita-contratos-assinados-como-o-do-Ira-e-Israel.png","yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.7 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Ir\u00e3, Israel e EUA, porque contratos v\u00e1lidos n\u00e3o s\u00e3o respeitados? 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