Porque softwares de comex chegam a custar mais de R$ 1 milhão?

Seu sistema atual de comex ajuda a navegar neste novo cenário global ou ele foi construído para o mundo de 10 anos atrás?
Muitos fabricantes e consultorias implementadoras chegam a cobrar mais de R$ 1 milhão por projetos ou novas implementações, sim, você não leu errado porque 1 milhão de reais é um investimento muito alto e praticamente descolado da realidade para 99% das empresas, mas as perguntas que clientes e muitos funcionários dessas próprias empresas fazem é porque a resposta não está apenas na tecnologia e sim na forma como esses projetos são estruturados, ou seja, o problema começa muito antes da primeira linha de código.

São Paulo, Março de 2026 – Quem é de comex sabe também que um dos maiores desafios da área é contratar softwares para operação, gestão e automatização dos processos de global supply chain no Brasil porque muitas vezes os cenários considerados “não comuns”, ou seja, que grandes e “clássicos” fabricantes e consultorias implementadores de softwares corporativos especializados em importação, exportação e benefícios fiscais não atendem “na prateleira”, criam altos custos – incluindo um cronograma quase interminável – de projetos, customizações e adaptações no dia-a-dia!

Muitos fabricantes e consultorias implementadoras chegam a cobrar mais de R$ 1 milhão por projetos ou novas implementações, sim, você não leu errado porque 1 milhão de reais é um investimento muito alto e praticamente descolado da realidade para 99% das empresas, mas as perguntas que clientes e muitos funcionários dessas próprias empresas fazem, é porque a resposta não está apenas na tecnologia e sim na forma como esses projetos são estruturados, ou seja, o problema começa muito antes da primeira linha de código:

1. Estruturas inchadas que o cliente paga, já que grande parte dos projetos caros de softwares corporativos nasce dentro de fabricantes e consultorias gigantes, em empresas que foram estruturadas para atender projetos enormes com códigos (algoritmos) planejados sem considerar a real necessidade dos clientes finais que depois são adaptados, pagando os custos para os desenvolvedores, incluindo altas taxas de retorno, resultando em;

2. Grandes equipes, profissionais que não são especializados ou até mesmo familiarizados com os temas complexos do comex, várias camadas de gestão, custos administrativos elevados, além de muito investimento em marketing – e pouco em atendimento personalizado – e é óbvio que com um estrutural muito alto, esses valores são repassados para as indústrias importadoras, exportadoras e outros players de comércio exterior como comissárias de despachos aduaneiros, operadores logísticos, agentes de cargas, armadores, companhias aéreas, NVOCCs e transportadoras;

3. Na prática, muitas empresas contratam: analistas que estão aprendendo o sistema, regras de negócios, melhores práticas de mercados e leis, equipes de suporte não especializadas, reuniões intermináveis de projeto por causa da inexperiência de gestores de projetos das consultorias, enquanto a operação de comércio exterior continua rodando e muitas vezes colaboradores são afastados para se dedicarem 100% a um projeto de implementação de um sistema complexo que foi construído de forma complexa e reflete nos clientes que contratam, além da pressão do dia-a-dia e dos implementadores para apurarem seus lucros planejados;

Outros motivos que “explicam” projetos milionários é a tecnologia usada na base desses sistemas: 

1. Sistemas monolíticos foram criados há mais de uma década porque grande parte dos softwares de comex utilizados hoje nasceram entre 10 e 30 anos e as funcionalidades e códigos estão diretamente e minuciosamente conectados, ou seja, entrelaçados dentro de um único sistema, exigindo as famosas customizações, o que também cria valor de faturamento para as consultorias implementadoras, mas doem mesmo quando existe a necessidade de upgrade por causa das novas leis como a nova lei do catálogo de produtos da DUIMP e a reforma tributária;

2. Os principais impactos para os clientes que compram esses softwares são que qualquer mudança exige alterar e re-homologar o sistema inteiro, exponenciando um dos maiores – e mais sábios – medos do time de T.I com projetos longos, alto custo de manutenção, dependência total do fornecedor ou das suas consultorias homologadas porque alguns grandes players de tecnologia para comex, usam “tentáculos” para alcançar um maior número de clientes, perdendo nitidamente a qualidade de atendimento e respostas que refletem na operação e apuração de lucros de importadores, exportadores, comissárias de despachos aduaneiros, operadores logísticos, agentes de cargas, armadores, companhias aéreas, NVOCCs e transportadoras;

3. Cenários que não são considerados “padrões para softwares de prateleira – com o código solidificado para funcionar sempre da mesma maneira – impulsionam projetos que custam mais de R$ 1 milhão, mas atualmente com novas tecnologias e metodologias modernas de desenvolvimento e implementação como as fabricantes que criaram sistemas com arquitetura de microsserviços (microservices), permitem criar e implementar módulos independentes, evoluir funcionalidades rapidamente, integrar quaisquer outros sistemas sem reconstruir tudo e na prática os clientes contratantes passam a evoluir como um ecossistema — não como um bloco de concreto.

Mas como ter um novo mundo de softwares de comex?

1. A nova era: IA e linguagens como Python já criaram uma revolução silenciosa no desenvolvimento de software corporativo porque se tornam ferramentas modernas que utilizam Inteligência Artificial e automação de todos os processos, criando soluções fáceis de usar e implementar, refletindo nos investimentos, ao mesmo tempo que adotaram soluções técnicas com muito menos complexidade, como por exemplo: classificação de produtos por IA, preenchimento automático de atributos de NCM e análise de dados logísticos em tempo real, transformando os desafios do mundo atual em oportunidades para exponenciar ainda mais o crescimento dos clientes que usam esses softwares;

2. Investimentos são outros temas influenciados porque a definição de CAPEX (investimento inicial como se fosse a compra de uma nova máquina para a indústria) e CAPEX (que representam o custo para se manter essa máquina funcionando mensalmente) dificultam as estratégias das empresas que querem ou precisam investir em softwares para gestão e conexão de comex, já que até poucos anos atrás, as fabricantes e implementadoras viabilizavam seus projetos apenas no modelos CAPEX + OPEX e não somente em OPEX, ou seja, apenas um investimento mensal que permite um maior planejamento do fluxo de caixa, uma melhor justificativa contábil e fiscal porque são encarados como custos mensais, mas principalmente por facilitarem a escalabilidade de importadores, exportadores e outros players de comex, fazendo com que os clientes paguem apenas uma mensalidade, o que no caso da DigiComex inclui toda hospedagem, suporte, reuniões e horas para novas solicitações;

3. Uma nova geração de fabricantes e consultorias de softwares de comércio exterior estão inovando como nunca visto antes porque empresas como DigiComex trabalham com modelos mais enxutos e tecnológicos, permitindo algo que antes era impensável: entregar projetos completos apenas no modelo OPEX, ou seja, sem investimento inicial, sem cobrança por usuário, sem cobrança por quantidade de processos, sem cobrança por acesso extra e na prática, isso muda completamente a escalabilidade do negócio.

Operar sem um software moderno, flexível, visual e realmente inovador de gestão e conexão como a DigiComex é não focar na nova ordem do comércio exterior que ficou ainda mais complexo depois da pandemia de COVID-19 porque o comércio internacional entrou em um período crescente de turbulência constante, principalmente por causa de eventos como: guerra entre Rússia e Ucrânia, entre EUA, Israel e Irã e a situação dos EUA com a Venezuela, além das guerras tributárias e psicológicas com muitas fake news, criando instabilidade em rotas aéreas, marítimas e rodoviárias que são estratégicas, exponenciando ainda mais a volatilidade no preço do petróleo e impactando diretamente: fretes internacionais, seguros de cargas, taxas de guerra cobradas por armadores e indisponibilidade de rotas logísticas.

Ao mesmo tempo, o Brasil passa por uma transformação regulatória profunda com o PUCOMEX – Portal Único de Comércio Exterior, que já responde por mais de metade das importações do país e pode gerar economia anual superior a R$ 40 bilhões para as empresas, segundo dados do próprio governo, incluindo a transição da DI (Declaração de Importação) para a DUIMP (Declaração Única de Importação), o catálogo de produtos obrigatório e a integração digital de órgãos anuentes para autorizações em uma linha de tempo paralelizada, ou seja, o que antes tinha que passar por uma anuência do exército e depois da anvisa, agora têm as análises e autorizações ocorrendo no mesmo período, fazendo com o que o próprio governo brasileiro tenha criado o programa justamente para reduzir burocracia e custos nas operações de comércio exterior. 

Porém o problema mais relatado por clientes e usuários de softwares de comex ainda é o suporte porque mesmo com toda essa complexidade global, muitas empresas de software ainda operam com modelos antigos, onde um chamado de suporte pode levar dias ou semanas para ser respondido com a operação enfrentando fretes disparando, novos requisitos regulatórios, mudanças fiscais profundas, prazos logísticos cada vez mais curtos em um futuro onde no comércio exterior moderno, tempo não é apenas dinheiro porque significa parar uma fábrica, perder um navio, perder um cliente internacional com custos quase intangíveis para conquistar um novo mercado.

Sua empresa não precisa pagar mais de R$ 1 milhão porque fabricantes e implementadores alinhados com a nova realidade do comex não tem estruturas empresariais inchadas, tecnologias antigas e modelos de negócio ultrapassados, entregando uma nova geração de sistemas de comércio exterior onde as soluções são modulares, conectadas, realmente inteligentes e baseadas em investimentos mensais fixos, os famosos investimentos do tipo OPEX, mas principalmente desenvolvidas para um mundo onde crises logísticas e mudanças regulatórias acontecem quase diariamente.

Então a pergunta que fica para quem trabalha com comércio exterior: Seu sistema atual de comex ajuda a navegar neste novo cenário global ou ele foi construído para o mundo de 10 anos atrás? 

Saiba como respondemos essa pergunta na prática em www.digicomex.com

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