DigiComex lança Turnê Digital da Reforma Tributária no Comex!

Está preocupado com a reforma tributária no comex?
Saiba quais os melhores insights, dicas, direcionamentos e soluções para vencer um dos maiores desafios de comex do Brasil que é a influência da reforma tributária no comex!

São Paulo, Agosto de 2026 – A DigiComex, plataforma tecnológica realmente inovadora para automatização, gestão e integração dos processos, negócios e softwares de global supply chain com especialização de mais de 30 anos em soluções para comércio exterior e fabricada e implementada pela Consultoria Geravalor, lança uma ação que é inédita no mercado brasileiro: a Turnê Digital da Reforma Tributária no Comex!

Isso é: o time e especialistas da DigiComex agendará um Roadshow Digital com cada uma das empresas interessadas em um Workshop Exclusivo e Gratuito para explicar de forma clara, didática e objetiva quais os avanços da reforma tributária no comex, principalmente nos processos de importação e também responder dúvidas com insights, direcionamentos e estratégias que fazem sentido para essas empresas e profissionais, incluindo todo o parque de softwares usados para a gestão. Independente do software usado.

Durante anos, empresas e profissionais enxergaram sistemas de comex como um foco de utilidade, mas não extremamente prioritário porque muitas vezes o resultado planejado que fazia parte da expectativa dos compradores e sponsors não foi atingido, já que eram sistemas engessados e também porque “de vez em quando aparece uma lei nova, alguém cria uma customização, empurra um script e nasce uma planilha paralela no Excel” e, “milagrosamente”, a operação segue rodando até o próximo problema. A Reforma Tributária mostra que operar assim é perigoso porque a maior mudança não é no imposto, é no dado.

O movimento atual não é uma simples troca de nomes ou sistemas, já que o imposto de importação – famoso I.I. – vai continuar existindo mesmo com o IBS e CBS, que são os novos impostos criados pela reforma tributária, porém passa a compor a base de cálculo desses novos impostos. É possível afirmar isso porque PIS e Cofins somem dando lugar à CBS conforme o cronograma, mas o ICMS migra aos poucos para o IBS entre 2029 e 2032, e a partir de 27 de setembro de 2026 a DUIMP entra em produção exigindo local da operação de consumo por item, outros tributos e direitos, fundamento legal, com CST e cClassTrib definidos automaticamente pelo próprio sistema do governo. Parece só mais um detalhe técnico de quem manja de comex, mas é arquitetura operacional pura, obrigando que cada uma dessas informações nasça corretamente no ERP e no motor de cálculo para ser auditável depois.

A armadilha que quase ninguém enxerga é simples: comparar quanto se pagava de impostos antes contra quanto vai se pagar depois e que certamente levará a uma conclusão completamente furada. A não cumulatividade muda o jogo, tributo pago não é sinônimo de custo, crédito apropriado não é dinheiro caindo no caixa, e o que importa de verdade é o custo líquido por SKU depois de rodar o ciclo inteiro entre débito, crédito, apropriação e é claro, a nacionalização completa com a mercadoria já dentro do pátio!

Para se ter uma ideia, pesquisas publicadas em 2026 mostram que a reforma tributária é um desafio perigoso para as empresas: a EY, em levantamento com 170 profissionais, identificou maturidade média de apenas 1,6 em uma escala de 1 a 5 na preparação para esse processo migratório; já a Deloitte destaca a necessidade de adaptar tecnologia, dados, sistemas e processos durante a convivência dos dois modelos tributários até 2032 – onde sabemos que o cronograma do governo já aponta para 2033 e nós da DigiComex, acreditamos que será no mínimo até 2036 por causa dos atrasos históricos de novos sistemas e leis no Brasil; e adicionalmente a PwC aponta que 83% dos executivos consideram a área tributária como muito estratégica para decisões de negócio. Em síntese, a Reforma exige muito mais que adequação fiscal: demanda transformação de dados, sistemas, processos e estratégia empresarial.

É por isso que a combinação de ERPs com sistemas de comex mais planilhas paralelas, customizações – e agora com agentes de IA – “com ajuda do time de TI” fica claramente perigosa, amarrada com sistemas difíceis de mudar e evoluir, principalmente com regras de negócios, tributárias e estratégicas enterradas no código junto com scripts empilhados em cima de scripts, “notas em cima de notas no caso do SAP”, integrações remendadas, falta de rastreabilidade do custo por SKU dentro de cada etapa das importações, fazendo com que a reforma tributária exponha claramente essa fragilidade impossível de esconder, e quem continuar dependente de customização vai gastar dinheiro exatamente na hora em que deveria estar tomando decisões sobre o futuro dos negócios.

O recado do mercado é claro, troque customização e planilhas de controles paralelos por: parametrização, motor de regras, API-first, dado estruturado por item, memória de cálculo, integração online entre ERPs, sistemas legados, DUIMP e PUCOMEX e vale ressaltar que isso não é eliminar a complexidade da lei, ninguém tem esse poder no Brasil, mas na verdade é impedir que a complexidade da lei recaia na operação e a gestão fazendo com que os resultados almejados e planejados com o board e investidores para apuração dos próximos resultados de lucratividade, não sejam alcançados.

A pergunta parou de ser quando vai mudar de imposto. Agora a pergunta da diretoria, do fiscal, da TI e do comex é outra: quando a regra mudar de novo, e ela vai mudar, o seu sistema muda junto ou a sua operação é interrompida para consertar/remendar o sistema?

Envie um email para [email protected] e agende sua data para o Workshop Exclusivo e Gratuito da DigiComex que explica de forma clara, didática e objetiva quais os avanços da reforma tributária no comex, incluindo os processos de importação, exportação e benefícios fiscais como Drawback, RECOF e Depósitos Alfandegários, além de respostas para dúvidas com insights, direcionamentos e estratégias exclusivas somente para seu negócio e que fazem sentido para o futuro que já embarcamos e muitos não perceberam!

www.digicomex.com

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Alexandre Gera é Diretor Executivo e um dos fundadores da DigiComex-Geravalor, com mais de 30 anos de experiência em softwares de comex, passando por Vastera (ex Bergen), Softway (atual Thomson Reuters) e Sonda IT, onde foi um dos gestores do SAP CE, primeiro ADD ON da SAP no Brasil homologado oficialmente pela fabricante alemã.

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