Bugs, GAPs, leis e guerras no comex: riscos, custos, tempo, lucro e eficiência?

Além dos problemas do comex atual, você também tem problemas com os sistemas que usa para gestão e operação?
Artigo exclusivo da DigiComex-Geravalor falando sobre os problemas do comex atual que são exponenciados com problemas de softwares defasados que não atendem as necessidades dos clientes e pior, ainda trazem BUGs de volta. Como resolver isso? Leia aqui!

São Paulo, Setembro de 2026 – Sistema de comex com mais de dez anos de mercado quase nunca nasceu pensando em UX, em microsserviços ou em conectividade real. Nasceu monolítico, engessado e dependente de customização, e continua caro e difícil de operar até na era da Inteligência Artificial. Muita consultoria que vende esse tipo de projeto nem domina a tecnologia por trás, nem o comex clássico, e ainda ignora o cenário que estamos vivendo agora, com guerra afetando rota, lei nova mudando a base de cálculo e uma onda de empresas de IA prometendo milagre enquanto expõe dado sigiloso de cliente sem o menor cuidado de compliance.

E o cenário geopolítico ajuda menos ainda porque o Canal do Panamá, responsável por algo em torno de três a cinco por cento do comércio mundial, reduziu o tráfego diário de 36 para 32 navios agora em setembro por causa da seca, com a administração já falando em reduzir para 29 entre fevereiro e março. No Mar Vermelho, a Unctad registrou queda de 42% no trânsito semanal pelo Canal de Suez em dois meses de ataque Houthi, derrubando a participação do canal no comércio marítimo global de 12% para 9%, enquanto a receita do Egito com o canal caiu de US$ 10,3 bilhões em 2023 para US$ 4 bilhões em 2024. Some a isso o Estreito de Ormuz e o Bab-el-Mandeb, que voltaram a registrar bloqueio e desvio de petroleiro só este ano, segundo a Lloyd’s List Intelligence.

E o cenário se agrava porque hoje, 9 de setembro de 2026, data da publicação deste artigo, o preço do Petróleo tipo Brent voltou a superar os US$ 100 por barril, pressionado pela escalada do conflito no Oriente Médio e pelos riscos ao transporte no Estreito de Ormuz. Reuters, Exame e Financial Times destacam esse impacto na energia, nos combustíveis e em custos logísticos globais, pressionando ainda mais a inflação mundial.

No Brasil, a Reforma Tributária calculará automaticamente o código cClassTrib em toda DUIMP a partir de 27 de setembro de 2026, mantendo o Imposto de Importação vigente mesmo com IBS e CBS entrando em teste, e caminha para o desligamento total da DI ainda neste ano, segundo a Receita Federal e a Lei Complementar 214/2025.

Diante disso, o sistema velho não erra pouco, ele erra caro. E cada correção vira script, cada script vira ordem de serviço, cada ordem de serviço vira fatura e custos que não estavam previstos pelas áreas de importação, exportação e TI. Isso sem contar BUGs que haviam sido resolvidos e voltam a aparecer em quaisquer atualizações pequenas e muitas vezes necessárias por causa das novas leis.

Relatórios com dados exatos e gerados rapidamente? Custo por SKU a cada etapa dos processos de importação e exportação? Alto volume de mensagens para saber onde realmente está localizada a mercadoria? Um volume gigantesco de documentos, principalmente de importação, para receber via e-mail, ler, digitar, conferir? Excesso de planilhas de controles paralelos? Sistemas com problemas de integrações e com informações desatualizadas?

Pois é, foi para resolver exatamente essa conta que a DigiComex (www.digicomex.com) foi desenvolvida com arquitetura de microsserviços, sem customização e 100% de parametrização real, além dos módulos de Tracking em tempo real que pode ser conectado a quaisquer outros sistemas e o DigiDocuments (www.digidocuments.com.br) que automatiza recebimento, digitação e conferência de todos os documentos de comex, tirando trabalho manual e erro de digitação dos profissionais que passam a ser focados no que realmente importa, que é estratégia.

A DigiComex é um sistema formado por módulos que podem ser combinados, parametrizados e reorganizados conforme a necessidade de cada operação de forma simples porque sua empresa escolhe quais funcionalidades precisa: importação, exportação, DUIMP, documentos, câmbio, custos, transporte, tracking, compliance, integração com ERP, etc e cada módulo pode ser parametrizado e conectado aos demais, formando um fluxo único, além de poer complementar seus softwares atuais e eliminar customizações e planilhas de controles paralelos.

Se a operação mudar, o sistema também muda porque é possível acrescentar novos módulos, alterar regras, criar novas combinações e parametrizar novos processos sem precisar reconstruir, revalidar e reimplementar todo o software, ou seja, em vez de obrigar a empresa a se encaixar no sistema, o sistema é implementado para se encaixar com as estratégias exclusivas de cada empresa, fazendo com que cada processo seja uma peça, cada regra é uma configuração e o conjunto forma uma operação de comex sob medida!

www.digicomex.com

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Alexandre Gera é Diretor Executivo e um dos fundadores da DigiComex-Geravalor, com mais de 30 anos de experiência em softwares de comex, passando por Vastera (ex Bergen), Softway (atual Thomson Reuters) e Sonda IT, onde foi um dos gestores do SAP CE, primeiro ADD ON da SAP no Brasil homologado oficialmente pela fabricante alemã.

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