São Paulo, Julho de 2026 – Importadores, exportadores e prestadores de serviços de comex como comissárias de despachos aduaneiros, agentes de cargas, transportadoras, armadores, operadores logísticos, assessorias de comex sofrem – essa é a palavra certa – com o atendimento, apoio e suporte das maiorias das empresas fabricantes e de consultorias de softwares de comércio exterior. A verdade do mercado é essa e muitos profissionais querem falar, mas acabam não tendo coragem porque isso significa ir contra as diretrizes da empresa e eventualmente até das próprias decisões passadas, porque afinal de contas “humanos realmente só conhecem quem namoram depois que se casam”.
As reclamações que atualmente são até públicas ou muito conhecidas são sempre as mesmas:
01. Falta de conhecimento de comex;
02. Falta de projetos bem gerenciados – com gestores conhecedores e experientes em comex e tecnologia;
03. Lentidão no atendimento;
04. Dificuldade de comunicação e interpretação de assuntos tecnicamente vinculados aos processos de comex e tecnologia;
05. Vendedores disfarçados de consultores;
06. Necessidade de abrir chamado para tudo;
07. Falta de acompanhamento de novas leis e novidades no universo de comex/global supply chain;
08. Sem conhecimento na própria tecnologia;
09. Falta de conhecimento técnico em tecnologia para decisões e diretrizes;
10. Orçamento “descolado da realidade” do mercado, das empresas e de profissionais que realmente precisam e querem esses softwares.
Mas os pontos principais e que ninguém fala por questões corporativas são as desconfianças, contratos interpretados “no limite da linha”, liabilities não respeitados, ou seja, quando fabricantes e consultorias de softwares de comércio exterior levam as entregas ao limite do que está realmente escrito em contratos, ignorando as reais necessidades e urgências de quem opera de verdade no comex. Um relatório custando uma pequena fortuna e demorando semanas e até meses para ser entregue, um upgrade com “sabor de projeto astronômico”, entre outros percalços que todos sentem, mas poucos falam.
Os potencializadores desse descolamento da realidade? Muitas vezes essa falsa percepção é criada por estratégias de marketing, investidores e influenciadores digitais – sim, agora temos influenciadores do mundo de comex, com direito à selfies, frases de efeito e ideias mirabolantes que não são aderentes com as verdadeiras realidades das empresas em todos os sentidos, sejam eles financeiros, de operação, gestão e até mesmo de estratégia para o futuro e crescimento dos negócios!
Isso não é uma generalização porque existem ótimos exemplos de influenciadores como as Mulheres no Comex, ComexGirls – da Super Ana Regina Madeira e claro, o ótimo Comex da Deprê que tem a inteligência de trazer leveza ácida, irônica e debochada para aliviar o dia-a-dia de quem está realmente mergulhado no comex, mas é fato que as estratégias usadas por influenciadores inflados por grandes investimentos também estão à chancelar marcas que na “rádio corredor” tem fama de compartilhar dados através de cláusulas minimalistas ou até pela interpretação que se as cláusulas de não compartilhamento de dados confidenciais são são explícitos contratualmente, elas são permitidas, além das empresas que estão vendendo IA como milagres – lembrando sempre do recente clássico da Builder.AI que valia USD 1.5 bilhões e descobriram que eram 700 indianos programando ao invés de ser inteligência artificial mesmo, amplificando a “máxima” do “Fake it until you make it” (ou fake it till you make it) que é uma expressão em inglês que significa “finja até conseguir”, perseverado uma estratégia de desenvolvimento onde é adotada a postura, a confiança e a mentalidade de alguém que já é bem-sucedido ou especialista em uma área, até que isso se torne sua realidade.
Empresas que são propriedades de investidores ou mesmo com fundadores à frente, mas com grandes investimentos focam no lucro com resultado independente das reclamações dos clientes que têm processos atrasados por falhas tecnológicas porque investem a maior parte dos seus recursos em storytellings, em patrocínio e em ações de marketing que convençam a maior parte do público, mas na realidade não entregam o que vendem e chega a causar incômodo em quem expõe o que o mercado já fala na “rádio corredor” das empresas que adotaram.
A verdade sobre as tecnologias é que existe muita propaganda sobre os benefícios que não deixam claro até onde vão as inovações reais e tecnológicas que possam alcançar os resultados que fazem parte da expectativa e das metas planejadas diante aos diretores, presidentes e C-Leves de cada importador, exportador e prestador de serviços como comissárias de despachos, armadores, agentes de cargas, transportadores, entre outros. Para se ter uma ideia, uma vez em 2001, eu, Alexandre Gera escutei do CIO da Faber-Castell em um empresa que eu era “só mais um gerente”: “Eu não gastei R$ 1 milhão para pedir um brinquedo para meu Pai lá na Alemanha para agora, vocês falarem que não funciona!”. Resumindo: ninguém quer falar que comprou errado porque isso coloca em risco o próprio emprego!
Já os ERPs de mercado & comex representam outra problemática a ser resolvida diante dos dilemas do marketing, da realidade tecnológica e principalmente das dores reais dos players de comex no Brasil por causa das guerras, juros, política, fretes em escalada, distração com a copa e com eleições, reforma tributária, nova lei do catálogo de produtos da DUIMP e claro pela nova moda-necessária que também ajuda ofuscar as decisões que a quase necessidade das empresas comprovarem que estão adotando inteligência artificial em seus processos e negócios.
Em casos de softwares que rodam 100% e exclusivamente em ambiente SAP, empresas não dizem, mas muitos profissionais relatam altos custos e falta real e dolorosa de tecnologia para tracking (rastreamento de cargas em tempo real), apuração de custos por SKU, alto volume de documentos para receber via email, gravar na rede, abrir, ler, interpretar, digitar e conferir – o que literalmente rouba o tempo de ações ainda mais estratégicas em um mundo sem volta para a globalização.
Softwares com liderança de mercado – porque tem muitos clientes – ainda vendem e entregam tecnologias ultrapassadas que utilizam por exemplo, linguagens procedurais, ou seja, que foram criadas para funcionar exclusivamente dentro do banco de dados Oracle e embora essa arquitetura tenha atendido bem ao mercado durante muitos anos, ela impõe limitações importantes para organizações que buscam inovação e transformação digital porque quando a lógica do sistema fica fortemente acoplada ao banco de dados, as atualizações tornam-se mais complexas, a manutenção exige maior cuidado e a evolução tecnológica tende a ser mais lenta. Além disso, a dependência do ecossistema Oracle reduz a flexibilidade para integrar novas tecnologias, migrar plataformas ou adotar arquiteturas modernas baseadas em APIs, microsserviços, computação em nuvem e Inteligência Artificial. Além é claro e óbvio, de que “scripts de atualizações tiram noites de sono e até mesmo empregos porque foram mal criados, processados e homologados”, prejudicando fatalmente os dados e consequentemente operações e gestões das empresas!
Enfim, então qual é o “Farol de Alexandria” para importadores, exportadores, prestadores e profissionais de serviços de comex no Brasil? Softwares fabricados com tecnologias realmente e verdadeiramente inovadoras e modernas como a DigiComex porque:
01. É flexível para atender todas as demandas sem cobrar investimentos exorbitantes para atender cenários, regras de negócios e estratégias exclusivas de cada empresa – porque é aí que está o segredo – se você usa um software que todo mundo usa, você está fazendo mais do mesmo!
02. A gestão visual da DigiComex traduz rapidamente e exatamente a “Torre de Babel” que é o verdadeiro mundo de comércio exterior, porque vai além da interpretação e realmente compreendimento de todos os idiomas diferentes, do inglês ao chinês;
03. Investimentos previsíveis com FIT para BUDGET em tempos de guerras, fretes escalando de forma-sem-fim, alta interferência da inteligência artificial transtornando gestores e departamentos de RH e contratação de talentos, resumidos em uma plataforma que não precisa de manual de usuário, treinamento e “on board” porque têm telas intuitivas e planejadas com uma UX/UI que são desenvolvidas especialmente para empresas e profissionais que precisam simplificar operações complexas como as de comex;
04. Integrações e layouts de trocas de dados em quaisquer formatos ou arquivos porque o compliance das empresas é implacável e isso é importantíssimo diante dos desafios digitais e de vazamento atual de estratégias exclusivas;
05. Tem uma gestão independente, sem a influência de investidores que estão atrás de retornos galácticos quando comparados com empresas de tecnologia famosas que não tem relação direta com o real e verdadeiro universo de comércio exterior;
06. Apoia de forma real e matemática empresas que precisam apurar custos por SKU durante cada etapa das importações ou têm altos e – escandalosos – volumes de documentação para serem recebidos, lidos, digitados e conferidos manualmente – com tecnologias exclusivas que proporcionam automatização escalável e perceptível diante das necessidades diárias;
07. Não colocam em risco jurídico, judicial e profissional que expõe dados e prejudicam sua carreira nos próximos anos, além de transformar suas estratégias em maus exemplos que são corroborados pelo famoso ditado nacional que diz: “o plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória”;
08. Aplica Inteligência Artificial na sua rotina profissional de forma aderente com as necessidades reais da sua empresa e dos seus objetivos e metas, mas ao mesmo tempo te desencoraja – para o seu próprio bem – que Agentes de IA criados “dentro de casa” e não integrados e homologados oficialmente pelos responsáveis de TI da sua empresa não se transformem nas “futuras planilhas de controles paralelos e customizações” que causam efeitos surreais depois que os profissionais saem das empresas porque “criam buracos na gestão”, não só de conhecimento, mas de decisões diárias e praticamente horárias no mundo do comex atual e futuro!
09. Atualiza ou substituí seus sistemas de gestão e integração dos sistemas e processos de comex sem prejudicar a operação e sem causar impactos na gestão e na apuração de dados usadas para as decisões estratégicas que posicionam ou aceleram sua empresa diante dos seus concorrentes;
10. Atendimento e suporte verdadeiramente reais, pessoais, com contatos e explicações rápidas, exatas e didáticas – incluindo prazos de entregas rápidos e reais, com atendimento exclusivo, personalizado e de concierge para atender as demandas únicas da sua empresa, mas também às mudanças de mercado e legislações que as empresas que operam com importações e exportações no Brasil, inegavelmente precisam ter.
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[*] Alexandre Gera é Diretor-Executivo e um dos Fundadores da DigiComex-Geravalor. O executivo conta com mais de 30 anos de experiência no segmento de softwares de comex, incluindo passagens marcantes pela Vastera [ex Bergen], Softway [atual Thomson Reuters] e Sonda IT como um dos Gestores do aplicativo SAP-CE, 1o ADD-ON da SAP no Brasil e 1o Software de Comex homologado oficialmente pela Fabricante Alemã de ERPs.
