Rastreie custos de comex

Sua empresa apura custos de comex por SKU e também por cada etapa?
Artigo exclusivo da DigiComex-Geravalor sobre a necessidade de apurar custos aliados com tracking realtime e online para identificar os custos por SKU exatos a cada etapa dos processos!

São Paulo, Agosto de 2026 – Os custos de importações, exportações, câmbio e benefícios fiscais como drawback e o RECOF se tornaram desafios ainda maiores diante do contexto atual das negociações internacionais e nacionais com guerras físicas, tarifárias, novas leis como a reforma tributária, catálogo de produtos da DUIMP, desligamento da DUIMP, entre outros pontos que influenciam a gestão e operação destes processos, mas principalmente dificultam a apuração das despesas, afetando estratégias, planejamentos, formação de preços de compra e venda, transfer price, contabilidade e é claro, os tributos.

Empresas e profissionais focados nas oportunidades mesmo em tempos difíceis buscam soluções que aceleram o tempo e a exatidão de custos por SKU, por etapa dos processos e por detalhes de cálculos e rateios exclusivos, definidos nas estratégias do board de cada companhia, mas enfrentam problemas de atendimento com consultorias e fabricantes de softwares de comex e ERPs, falta de integração entre sistemas, sistemas com tecnologias defasadas em embalagens de marketing inovadoras, falta de conhecimento de consultores, gerentes de projetos e produtos, projetos intermináveis, custosos e que estouram orçamentos, sem contar as manutenções futuras que são praticamente desconhecidas com customizações caras e planilhas de controles paralelos!

O estado de arte para quem gerencia processos de comércio exterior e que avançam em outras áreas internas das empresas como contabilidade, fiscal, jurídico, controladoria e de TI são apurações automáticas dos custos dos processos, em tempo real – dependendo da operação e segmento – e por cada etapa das importações ou exportações. Sim, quem é de comex sabe que o custo previsto de importações podem se revelar ainda maiores depois do desembaraço, pagamento de fretes nacionais e internacionais, recebimento físico e fiscal.

Quem nunca escutou sobre a conta contábil de importações em andamento, estoque em trânsito ou visões gerenciais sobre os valores sobre o mar ou no ar? A guerra entre EUA, Israel e o Irã afeta o Estreito de Ormuz e de Bab al-Mandab, incidindo diretamente na oscilação do preço do petróleo, bolsas de valores globais por causa da oscilação das commodities, mas principalmente a alta dos fretes internacionais e dos fretes nacionais por causa do aumento do preço do óleo diesel no Brasil – país que movimenta a maior parte das mercadorias através de caminhões.

Enviar e receber mercadorias e insumos de países localizados próximos às zonas de guerras atinge o máximo da necessidade de saber os custos a cada etapa do transporte, seja ele aéreo, marítimo e rodoviário porque em cada uma das etapas é possível enxergar oportunidades de reduções de custos, riscos e tempo, já que quando uma guerra altera uma rota, o custo não aparece só no preço do petróleo, mas no frete, seguro, lead time, congestionamento portuário, armazenagem, transporte terrestre e no custo financeiro do capital parado.

O Estreito de Ormuz é um exemplo prático. A Agência Internacional de Energia estima que em 2025, passaram pelo estreito cerca de 20 milhões de barris de petróleo e derivados por dia, o que é aproximadamente 25% do comércio marítimo mundial de petróleo. Já a UNCTAD alertou em 2026 que a guerra em Ormuz provoca efeitos sobre energia, transporte marítimo e cadeias globais de suprimentos. O Brent ultrapassou US$ 90 por barril fazendo com que o problema não seja só sobre o estreito de Bab el-Mandeb, o Mar Vermelho, Suez, os conflitos no Oriente Médio, mudanças de rota e riscos de navegação transformando a distância em dinheiro.

Outro ponto de atenção são os eventos climáticos como o tufão Dolphin na costa leste da China em 10 de agosto de 2026, com ventos de até 151 km/h, provocando fortes chuvas, alagamentos e interrupções na infraestrutura de transporte. Para se ter uma ideia, em Xangai, 943 voos foram cancelados nos aeroportos de Pudong e Hongqiao – cerca de 40% das operações previstas segundo a Reuters – isso porque Shanghai Pudong é um dos principais hubs de carga aérea da Ásia; e embora as autoridades não tenham divulgado publicamente quantos dos 943 voos eram cargueiros, essas interrupções afetam o transporte de mercadorias, embarques, conexões e prazos de entrega.

Mais um ponto de atenção segundo a Reuters é a seca extrema na Europa que transforma a crise hídrica em logística, com o Rio Reno em níveis críticos, embarcações reduzem suas cargas, elevando os fretes e pressionando o transporte rodoviário e ferroviário. O problema também atinge o Danúbio, ameaçando até a operação de uma usina nuclear na Romênia.

Isso significa que impactos de lead times são refletidos nos custos, prejudicando o planejamento e as estratégias em uma guerra física que vira custo logístico e a guerra tarifária que vira custo comercial, então o verdadeiro tracking não é só saber onde está o contêiner e sim, onde está a mercadoria, em que etapa está o processo, o que aconteceu, o que mudou, quanto tempo passou e, principalmente, qual foi o impacto financeiro daquele evento. Se o navio atrasou, quanto custou? Se mudou a rota, quanto aumentou o frete? Carga ficou parada, custou quanto a armazenagem? Demurrage, detention ou estadia? Em qual produto este custo deve ser contabilizado?

A verdade é que o custo por SKU deixou de ser gerencial e se tornou estratégico e não adianta achar que só a IA vai resolver porque experiência é o acúmulo de conhecimento, contexto e capacidade de tomar decisões ainda melhores. Isso vale para profissionais e software porque no comex, cada evento vira custo fiscal, financeiro, de compras, controladoria, despachantes, agentes e terminais que geram informações desconectadas, usando planilhas paralelas que tentam descobrir o custo real da operação. O terror das áreas de negócios e principalmente da TI!

Mas planilha paralela não é sistema, é só um indício que o sistema não responde às perguntas que o negócio precisa responder, porém com guerras, tarifas, mudanças regulatórias, climáticas e descompensações logísticas, o custo por SKU não é uma questão contábil e sim estratégica e financeira, mas então qual a saída? Agentes de IA? Também não porque agentes de IA não estruturados com o time de TI ou mantidos por fabricantes especializados, vão virar as planilhas de controles paralelos de um futuro bastante próximo – e dolorido do ponto de vista dos custos, lucros e reatividade operacional e estratégica.

A boa notícia é que a DigiComex permite, através da sua tecnologia de ponta e exclusiva em conjunto com agentes de IAs especializados para comex, reduzir ao máximo todo o impacto causado por causa das guerras físicas, tarifárias, novas leis como a reforma tributária, catálogo de produtos da DUIMP, desligamento da DUIMP, entre outros pontos. Sendo implementada com projetos Fast-Track e Quick-Wins via investimentos flexíveis e formatos CAPEX/OPEX ou somente OPEX (SaaS), impulsionando automaticamente sua empresa, metas e resultados para um futuro de conflitos, novas leis que continuarão mudando e tecnologias para um futuro que já faz parte do presente e do dia-a-dia de todo mundo que é de comex, mas também para as áreas fiscais, financeiras, de compras, contabilidade, controladoria e TI, além da conexão online com despachantes, agentes de cargas, terminais e armazéns com tracking realtime e online com armadores e companhias aéreas brasileiras e internacionais!

www.digicomex.com

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[*] Alexandre Gera é Diretor-Executivo e um dos Fundadores da DigiComex-Geravalor. O executivo conta com mais de 30 anos de experiência no segmento de softwares de comex, incluindo passagens marcantes pela Vastera [ex Bergen], Softway [atual Thomson Reuters] e Sonda IT como um dos Gestores do aplicativo SAP-CE, 1o ADD-ON da SAP no Brasil e 1o Software de Comex homologado oficialmente pela Fabricante Alemã de ERPs.

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